Segunda-feira

Assembleia Municipal

Sexta-feira reuniu a Assembleia Municipal. Não é possível que se espere compreensão pelo facto de termos terminado o trabalho com apenas cinco elementos da bancada do PCP.

À medida que os trabalhos decorriam fui assistindo perplexo ao abandono dos trabalhos por parte de nove dos catorze membros da bancada comunista.

Revelou-se uma enorme falta de respeito pelo órgão, pelo município que espera as decisões da Assembleia e por aqueles que acreditam nos políticos quando os elegem.

Com a incredulidade dos munícipes que assistiam aos trabalhos.

Ciclo do Pão

Voltei ao moinho do Alcaide (já sou quase da casa), encontrei amigos e comi um dos melhores gaspachos deste ano. O Ciclo do Pão, da Confraria da Moenga, institucionalizou-se sem perder o pitoresco.
A minha cultura gastronómica fica definitivamente ligada aos moinhos.

Sexta-feira

Évora, Cidade de Cultura


Megalithica Ebora foi o nome dado ao centro interpretativo do património de Évora que a Câmara Municipal de Évora e a Faculdade de Belas-Artes inauguram no próximo dia 29 de Junho, Dia da Cidade de Évora, pelas 17 horas, no Convento dos Remédios (Av. de Sebastião), junto à Porta de Alcolchel.


O centro interpretativo Megalithica Ebora foi desenvolvido no âmbito de um protocolo de parceria entre a Câmara Municipal de Évora e a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, tendo o trabalho científico sido desenvolvido pelos alunos. Neste projecto colaboraram também a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e o Grupo de Estudos do Megalitismo Alentejano, tendo a coordenação científica estado sob a responsabilidade do Prof. Manuel Calado (FLL) e do Prof. Luís Jorge Gonçalves (FBAL).

Quinta-feira

OCDE - Relatório sobre Portugal

Apesar de um crescimento previsto de 1,5%, abaixo da média europeia e que não permite melhorias nas vidas das pessoas a curto prazo, Portugal está hoje bem preparado para o embate de uma crise economica como a que vivemos. Contudo o caminho ainda é longo e difícil.

O comportamento da economia e os desafios chave:
i) maintaining the momentum of fiscal consolidation to achieve sound public finances;

ii) embracing globalisation t; and

iii) improving the functioning of the labour market and enhancing human capital to facilitate adjustments in the changing environment.


A Consolidação das Finanças:
the comprehensive reforms to the public administration and the pension schemes tackle some of the main underlying drivers of spending growth and are likely to continue paying dividends in the medium-term. The main fiscal challenge for Portugal is to secure the results achieved in fiscal consolidation and reduce the deficit further.


Maximizar os ganhos resultado da integração na economia mundial:
The government has already made significant progress in enhancing the business environment, including through the SIMPLEX programme. Further action should be taken to facilitate the adjustment of the economy and reap more benefits from openness.


Acerca do Mercado de Trabalho
In particular, there is a need to address rigidities in the formal labour market and improve the balance between flexibility and workers’ protection. Effective training is also required to improve the skill match for new entrants and to help displaced workers in sectors affected by structural adjustments. Some measures have already been taken. The government has launched an initiative to upgrade competences of young people and adults at risk. It is also reviewing labour market settings and legislation The measures taken and proposed go in the right direction. Continuity in the reform process and implementation remain a challenging task.

Mafalda Veiga com Lotação Esgotada na Arena

A Mafalda Veiga move multidões.

Quarta-feira

A Inovação mede-se

Propõe a British Quality Foundation.

Nas conclusões sobre a Leadership Conference Tim Cross refere a ausência da coisa moral nos lideres dos nossos dias. "Pensamos poder resolver hoje os problemas da sociedade por via da política e da economia mas sem um imperativo moral falharemos."

De apache


Jerónimo de Sousa bocejou esta pérola: concertação estratégica entre PS e PSD.

Que nome se dará à concertação entre o PCP e o PSD? Na Câmara Municipal de Lisboa, na Câmara Municipal do Porto, nas Regiões de Turismo, na definição do representante das autarquias no QREN Alentejo, na Câmara Municipal de Évora, entre outras.

S. João

S. João, Leonardo da Vinci


A Feira de S. João (e de S. Pedro lembrou alguém) voltou. E desde que a conheço é sinónimo de boas memórias e desinquietação.

Boas memórias porque as que guardo, não sendo assim de um passado tão antigo, lembram-me a doce indolência com que se vivia (e ainda se vive decerto) o início do verão em tempos de estudante.

Desinquietação porque a Feira sempre coincidiu com a época de exames, o que era mau sinal e resultava quase sempre em deixar para outros dias o que se devia fazer naqueles.

Então juntavam-se nos primeiros anos os camaradas da universidade e saímos em bando à procura da farra com vinho barato e dos petiscos descomplexados.

O Jardim das Laranjeiras, o mais democrático dos lugares, cheio de barraquinhas e gente, fumo e poeira, transpirava de gosto popular. E nós, neófitos, com ele. Olhávamos mas não víamos.

Com a ordem que nos era possível chegávamos a casa tarde e barulhentos e, mesmo os recatados, inquietos com o tempo, se juntavam aos animados e acabávamos as noites em cantorias ou em jogos de cartas.

Mais tarde e com mais responsabilidade escolhíamos os dias de fim-de-semana para nos juntarmos à cidade e à festa. Mais siso não nos tirava a algazarra. Mas ouvíamos com cuidado, coisa que não fazíamos antes, os fadistas e as canções e vinha-nos o sentimento.

Depois vieram as despedidas. Muitos disseram que o que melhor daqui levavam era a largueza que a cidade lhes deu.

Fui favorecido.
No meio de tantos fiquei cá eu.

Hoje, com o mesmo gozo desse tempo, corro a feira por outro percurso, dos bancos de descanso e das bebidas frescas, das barracas das cores dos brinquedos, que puxam o mais pequeno. E faço coisas que não fazia antes como ligar a farturas ou a peças de artesão.

Num mundo tão entretido na sua rapidez, detenho-me nas barracas de quinquilharia das coisas que servem para nada.

E, mantendo a distância dos carroceis, que gosto de ver de longe, penso na falta que sentiria se resolvessem deixar de vir.

Então percebo que a Feira é esta coisa viva, que palpita cheia de gente e gente tão diferente, em mudança permanente, que a feira muda com elas, estando sempre no mesmo sítio.

Terça-feira

O PSD é populista?

Durão Barroso, em Março de 2002, disse aos portugueses que o País estava de tanga com o objectivo fazer com que os portugueses esquecessem as promessas eleitorais irrealistas que fizera.
Esse célebre discurso teve maus resultados, abalando a confiança das pessoas na economia e criando um clima depressivo no País. Os indicadores da época apontavam crescimento. Com as palavras de um primeiro-ministro iniciou-se a recessão.
Acrescentou ainda que "Não haverá aeroporto da Ota enquanto houver uma criança numa lista de espera de um hospital".
A 8 de Novembro de 2003 Durão Barroso, na Cimeira Luso-Espanhola, aprovou 4 linhas de TGV para Portugal. Ferreira Leite era então ministra das Finanças e não se lhe conhecem críticas.
E também na prioridade do TGV.
Durão Barroso disse em 2004 que o TGV estimularia a economia em 1,7% do PIB.
Durão Barroso, já presidente da Comissão Europeia, garantiu que o TGV é prioritário.

Sexta-feira

Festas da Cidade 2008

Começa hoje mais uma Feira de S. João.
Depois do afastamento da Selecção Nacional frente a uma Alemanha cilindro só mesmo a alegria das tasquinhas no Jardim das Laranjeiras.

Todo o programa aqui.

Quarta-feira

Ainda os camionistas

Nada como uma boa oportunidade de agitar.
Afinal a coisa envolveu gente de bem...

Terça-feira

O 14º Congresso de uma parte do Alentejo


Estive envolvido na organização do XIV Congresso do Alentejo com o compromisso de unir e não dividir. E não fosse o expectável expediente a que se recorreu para contornar o que se decidiu por consenso, o encontro teria iniciado o processo necessário de mudanças.

Apesar da aparente abertura, o Congresso esteve longe de ser um fórum de debate plural e muito mais distante de ser a reunião magna dos alentejanos. Notou-se a ausência dos autarcas de Portalegre e Sines.

E por este motivo não chegou, quanto a mim, admitir que os anteriores Congressos do Alentejo não tinham sido plurais, como admitiu o Presidente da Câmara Municipal de Beja, nem o facto de ser ter defendido nesta organização um discurso voltado para o futuro e para a esperança, deixando a lamúria e o queixume que marcaram todos os outros treze congressos.

Porque foi precisamente o que resultou novamente deste. Ali esteve a maioria da lamúria, da angústia e do desânimo.

O que não deixa de ser antagónico com as mudanças que aqui se vivem e que combinam de forma única num Alentejo realizável onde tem de surgir uma mudança de atitude, que substitua a revindicação pelo compromisso da pró actividade, onde as pessoas passem a actuantes e não expectantes.

E mesmo que tivesse valido o bom senso de não se aprovarem moções ou conclusões do congresso, como aconteceu, por falta de legitimidade e por não ser possível retirar qualquer conclusão de ideias tão divergentes como as que lá se ouviram, imperou o velho de tique de compor a realidade de acordo com agendas que não procuram o consenso.

Para a grande parte dos que ali ouvimos pouco importa o Alqueva, o TGV, os investimentos no turismo, os aeroportos, ou o Porto de Sines e as plataformas logísticas.
Porque simplesmente não querem ouvir falar do futuro, preferido sempre o passado.

E vai-se tão longe como exigir grandes investimentos públicos e privados que estão já em execução ou querer tomar para si como estratégico o que está já definido nos planos de desenvolvimento estratégicos nacionais.

Lá voltámos a ouvir que o Congresso aprovou a reivindicação, em nome do Alentejo.

O que transforma um fórum na usurpação da opinião diversa e prova que continua a faltar uma verdadeira cultura regionalista.

Afinal o que mudou após treze edições do Congresso do Alentejo? Muito pouco.

Há coisas que levam muito tempo a mudar.
Há outras que se tornam irremediavelmente obsoletas.

Sexta-feira

Congresso do Alentejo



Amanhã e domingo decorre o Congresso do Alentejo, em Beja.
Veremos se com mudanças, se a mesma coisa de sempre.

O Presidente da Câmara de Beja tem assumido o compromisso de que será um congresso plural (admitiu que nem sempre foi assim) e que a prova dessa pluralidade é a inclusão de diferentes sensibilidades políticas no secretariado permanente da organização, como a UGT ou a Câmara Municipal de Évora (que represento).

Defendemos que é o momento para uma mudança de atitude, que substitua a lamúria da reivindicação, pelo compromisso de uma Alentejo pró activo, onde os alentejanos são actores e não espectadores (vivemos hoje um quadro único de investimentos públicos e privados na região).

E o compromisso de que o Congresso, como fórum de debate que é, sirva para unir e não para separar. Pela sua falta de representatividade não pode querer falar em nome do Alentejo mas pode assumir-se como local onde todos falam uns com os outros (primeiro passo para uma cultura regionalista).

A ver vamos.

Quinta-feira

Terminou o bloqueio

Após dois dias de sequestro do País (não me parece que se tenha desenvolvido qualquer síndroma de Estocolmo), os transportadores desmobilizaram com parte das suas exigências satisfeitas, sem que fosse precisa a intervenção da GNR (como está a acontecer em Espanha).

O Governo agiu bem, mesmo quando os partidos da direita (fruto de algum síndroma da ponte) pediam mais firmeza, que é o mesmo que dizer, carga em cima dos manifestantes.

Mesmo assim a crise dos combustíveis vai agravar-se. E a resposta vai ter de ser global (as nossas dificuldades podem piorar fruto do braço de ferro que separa Governos e transportadoras em Espanha e em França). Um bom indício dessa resposta já começou a ser dada pelo Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso.

Quarta-feira

Sugestões a ponderar

Uma visita interessante ao Blogue Bicicleta na Cidade ...de Lisboa.

Combustíveis e eficiência

Com os surpreendentes e consecutivos aumentos do preço do petróleo não é possível esperar milagres. Os combustíveis deixaram de ser baratos definitivamente.

Para aguentar o forte embate desta crise só aumentando a eficiência energética e o investimento nas energias renováveis.

O aumento da procura de energia e de bens de primeira necessidade por países emergentes como a China e a Índia, a par da especulação nos mercados bolsistas, está a criar um desequilíbrio na economia mundial que só não tem impacto mais grave nas economias europeias pela sua solidez e pelo controlo nos défices orçamentais.

O alarme das teorias malthusianas tornou-se cíclico mas pouco atendido. Num planeta que não produz tanto quanto consumimos só a evidência do aumento dos preços começa a fazer-nos pensar. Primeiro no quanto desperdiçamos. Somos autênticas industrias do desperdício.

E só mesmo o nosso apetite voraz nos deixa apreensivos com a circunstância.
A capacidade de endividamento das famílias tocou o máximo. Acreditámos que era possível ter tudo, mesmo o desnecessário. Hoje é difícil para muitos de nós suportar estes tempos sem alguma angústia.

O que me leva a uma imagem que retive mentalmente de um cartoon onde são representados dois mundos antagónicos por dois homens diferentes, um subnutrido e o outro obeso.

Ambos exprimem um brado aos céus e cada um deles segura numa das mãos o motivo do seu grito. O subnutrido uma caneca como se pedisse água. O obeso uma mangueira de abastecimento de combustível.

As dificuldades por que passamos não se resolvem só com a intervenção do Estado, como muitas vezes nos querem fazer crer, nem tem soluções mágicas como as que ouvimos da boca de dirigentes sindicais e partidários, que obviamente cavalgam a onda do descontentamento.

Os Estados devem garantir a protecção social dos mais expostos às dificuldades, apostando na igualdade de oportunidades e na distribuição equitativa da riqueza por via dos impostos.

Devem assumir ainda a criação de mecanismos reguladores mais fortes e concertados que reduzam os impactos negativos nas economias da acção especulativa mundial. É urgente impedir que a situação se precipite para uma catástrofe que implique um retrocesso civilizacional à escala do globo.

Num estado democrático como o nosso nenhum líder está livre de reparos ou apreciações. Não há que temer o facto.

É certo que a política e os políticos têm de apresentar soluções devolvendo com elas a esperança às pessoas.

Não se pode contudo querer atalhar caminho com respostas simples, que parecem resolver os problemas imediatamente mas que adiam e agravam as dificuldades. Já o fizemos outrora com os resultados que se conhecem.

O País precisa de manter a perseverança e determinação no seu programa de desenvolvimento. Os portugueses sabem no fundo que é esse o caminho a percorrer. E o tempo dar-lhes-á razão.

Segunda-feira

Protestos

Apesar da discutível legalidade do protesto, a paragem dos camionistas (dos seus patrões), ainda se aceita. Agora a ameaça de vir a bloquear as cidades do País é absolutamente inadmissível.
Uma insensatez que nos leva a nenhures.

Sexta-feira

Dia de Sol


Existem determinados espíritos que oscilam entre o optimismo e a prostração, sem que para isso haja uma explicação lógica.

A mim, por exemplo, deixam-me melancólico os dias invernosos, fruto provável de raízes do sul onde não existe chuva teimosa, o que, convenhamos, também não é explicação científica.

Mas não é do tempo que quero falar.

Cheguei há 14 anos a Évora para estudar na Universidade.

A lidação com certo mundo associativo e político expôs uma imagem maquinada de um Alentejo da desgraça, que conseguia transformar a força do cante alentejano num luto de fado trémulo e cinzento. O que contrastava com tantos dias de sol.

E à medida que me envolvia mais reconhecia o antagonismo dessa imagem. Não aceito a historia de um passado que descaracteriza o que mais de genuíno o Alentejo tem: a cultura de beleza, de força e de sabedoria, resultado milenar de muita experiência acumulada.

Ora essa imagem está justamente a corrigir-se.

Foi lançado o concurso público internacional para a construção da linha de alta velocidade Poceirão – Caia, que fará de Évora, uma capital da alta velocidade, e trará com ela várias mudanças, sobretudo a mudança como sentimos as distâncias com as outras cidades europeias.

O Alqueva, os aeroportos de Beja e de Alcochete, as industrias limpas e os projectos de turismo de qualidade significam as mudanças que defendemos há já tanto tempo e que alcançamos agora.

Os benefícios de uma rede de alta velocidade podem ser olhados tendo em conta a fase da construção e a da exploração mas sobretudo o impacte que causará nas economias dos pontos de ligação. E como precisamos desses impactes.

Outros países europeus aproveitaram a rede de alta velocidade para se modernizar e se tornarem mais competitivos. Nenhum se arrepende do esforço feito.

Como o tempo dirá aos cépticos, maior será o preço ficar de fora do que o custo deste investimento.

E pelo tempo que o País leva em teoria até que se decida executar, já levamos tempo suficiente na polémica.

O que me faz voltar ao início.
Está um dia magnífico de sol.
Não conheço outra cidade com uma luz assim.

Quinta-feira

Nos tempos que correm

Manuel Alegre disse que podem surgir ««situações em que sejam necessárias nacionalizações para a própria sobrevivência da democracia»».

Terça-feira

No Correio da Manhã

Fotos gentilmente cedidas por Carlos Neves

José Sócrates lançou ontem em Évora o concurso público da linha de alta velocidade para TGV entre Poceirão-Caia, no corredor Lisboa-Madrid, com uma extensão de 167 quilómetros. A obra está orçada em 1450 milhões de euros. À margem da cerimónia, duas manifestações receberam o chefe do Governo. Uma com aplausos, outra com apupos.


Além das palavras de ordem que têm pautado as iniciativas públicas do Governo, ontem, à porta do Évora Hotel, podiam também ser lidos cartazes com ditos como "Sócrates Coragem", ou "Sócrates é presente, o futuro é Sócrates". No final da sessão o primeiro-ministro saudou de perto os apoiantes. Os que se manifestaram contra o primeiro-ministro desmobilizaram depois da chegada do governante.

VELOCIDADE
De acordo com os números do Governo, a primeira viagem em TGV no nosso país poderá ser feita em Setembro de 2013. "Este troço marca o arranque de uma decisão absolutamente fundamental à modernidade do País", disse José Sócrates no discurso. A novidade técnica da intervenção foi o anúncio do concurso público ainda para este ano do troço Lisboa-Poceirão, que inclui a terceira travessia sobre o Tejo. "Esta rede vai mudar tudo. Em Évora vai ser possível deslocarmo-nos a Lisboa em meia hora, e a Madrid em duas horas e meia", acrescentou Sócrates.


Os milhões que o TGV proporciona já despertaram o interesse de dois consórcios para o concurso ontem anunciado. Um é formado pela Mota-Engil, Somague e Teixeira Duarte. O outro grupo interessado é composto pela Brisa, Soares da Costa e Bento Pedroso.


NÚMEROS
100 EUROS é quanto vai custar um bilhete de TGV entre Lisboa e Madrid.
36 MIL postos de trabalho criados durante os 40 anos de concessão.
9,5 MILHÕES de passageiros no TGV por ano é a meta a atingir em 2030.
76 MIL MILHÕES DE EUROS investidos pelo sector privado.

Segunda-feira

Melhor que o previsto

Pinho, primário e tinta acrílica

O TGV em Évora

É histórico o lançamento do concurso internacional para a construção do troço da alta velocidade Poceirão-Caia, em Évora. Hoje lançou-se o País de 2013.